Este blog foi criado para ser - sem pretensão - um
ponto de apoio ao educador que quer utilizar histórias em quadrinhos como meio
educacional e uma ferramenta para suas atividades diversificadas.
O objetivo principal é discutir as histórias em
quadrinhos como um meio atrativo de informação e transmissão de conhecimento, o
contexto histórico da época em que foram produzidas, incluindo mensagens
político-filosóficas e sociais nelas veiculadas, as quais discutiremos
oportunamente em outra ocasião.
Deixo claro que é apenas um ponto inicial, visto que
as histórias em quadrinhos podem ir muito mais além do que aquilo que está em
si mesmas.
Reitero que histórias em quadrinhos não são apenas
um veículo para entreter crianças e passar bons costumes como algum tempo atrás
queriam que fossem. Elas já foram tratadas, inclusive, como um dispositivo que
causava preguiça mental, como um meio de desenvolvimento da delinquência
juvenil (trataremos sobre isto, historicamente, em outra oportunidade) e nas
escolas era um sacrilégio serem utilizadas em sala de aula como instrumento de
aprendizado.
Quadrinhos podem ser um excelente ponto de partida
para aprimorar o gosto pela leitura de jovens e adultos devido, principalmente,
a seu apelo visual, que une a linguagem escrita e o poder das imagens.
Histórias em quadrinhos (hqs) devem ser entendidas
como uma forma de linguagem, pois elas possuem simbologia própria. E quero
deixar claro: apesar de flertar com a literatura, quadrinhos não são
literatura. Emprestam elementos desta última, assim como o faz com elementos do
cinema, da poesia e do teatro. Há, portanto, uma interconexão entre todos eles
e cada um mantém uma autonomia própria em seu nicho.
Uma história em quadrinhos, quando bem trabalhada,
pode ajudar a desenvolver habilidades em vários campos do conhecimento humano,
tais como a cenografia, composição, iluminação, sonoplastia, arquitetura,
design, entre outros, além de aprimorar a escrita, a leitura e porque não a
oralidade.
Espero
que esta introdução sirva para aguçar sua curiosidade a respeito deste veículo
de comunicação, meu caro leitor. Até a próxima edição.
Este blog foi criado para ser - sem pretensão - um
ponto de apoio ao educador que quer utilizar histórias em quadrinhos como meio
educacional e uma ferramenta para suas atividades diversificadas.
O objetivo principal é discutir as histórias em
quadrinhos como um meio atrativo de informação e transmissão de conhecimento, o
contexto histórico da época em que foram produzidas, incluindo mensagens
político-filosóficas e sociais nelas veiculadas, as quais discutiremos
oportunamente em outra ocasião.
Deixo claro que é apenas um ponto inicial, visto que
as histórias em quadrinhos podem ir muito mais além do que aquilo que está em
si mesmas.
Reitero que histórias em quadrinhos não são apenas
um veículo para entreter crianças e passar bons costumes como algum tempo atrás
queriam que fossem. Elas já foram tratadas, inclusive, como um dispositivo que
causava preguiça mental, como um meio de desenvolvimento da delinquência
juvenil (trataremos sobre isto, historicamente, em outra oportunidade) e nas
escolas era um sacrilégio serem utilizadas em sala de aula como instrumento de
aprendizado.
Quadrinhos podem ser um excelente ponto de partida
para aprimorar o gosto pela leitura de jovens e adultos devido, principalmente,
a seu apelo visual, que une a linguagem escrita e o poder das imagens.
Histórias em quadrinhos (hqs) devem ser entendidas
como uma forma de linguagem, pois elas possuem simbologia própria. E quero
deixar claro: apesar de flertar com a literatura, quadrinhos não são
literatura. Emprestam elementos desta última, assim como o faz com elementos do
cinema, da poesia e do teatro. Há, portanto, uma interconexão entre todos eles
e cada um mantém uma autonomia própria em seu nicho.
Uma história em quadrinhos, quando bem trabalhada,
pode ajudar a desenvolver habilidades em vários campos do conhecimento humano,
tais como a cenografia, composição, iluminação, sonoplastia, arquitetura,
design, entre outros, além de aprimorar a escrita, a leitura e porque não a
oralidade.
Espero
que esta introdução sirva para aguçar sua curiosidade a respeito deste veículo
de comunicação, meu caro leitor. Até a próxima edição.

Nenhum comentário:
Postar um comentário